Modernização de sistemas legados para seguradoras em Lisboa
As seguradoras em Lisboa enfrentam desafios únicos ao operar com sistemas legados: processos manuais lentos, integração complexa entre plataformas e dificuldade em acompanhar a evolução regulatória. Muitas destas empresas, que são pilares da estabilidade do setor há décadas, estão a fazer a transição para soluções digitais modernas, mas enfrentam barreiras como a dependência de tecnologias obsoletas e a resistência à mudança nos seus fluxos de trabalho. A modernização destes sistemas não é apenas uma questão tecnológica, mas uma necessidade estratégica para garantir competitividade num mercado cada vez mais dinâmico, onde a agilidade e a precisão na gestão de pólizas e sinistros fazem a diferença. Em Lisboa, onde o ecossistema de inovação está a crescer rapidamente, as seguradoras que investem nesta transformação conseguem reduzir custos operacionais e melhorar a experiência do cliente, desde a subscrição até à liquidação de sinistros.
Lisboa concentrou 45% de todas as startups ativas de Portugal em 2025, cerca de 2.291 empresas ao aplicar essa percentagem às 5.091 nacionais.
O ecossistema de Lisboa captou 579 milhões de dólares de investimento late-stage em 2025 e aumentou 13% o seu valor desde 2022.
Lisboa combina ecossistema de startups, custos competitivos e proximidade cultural com o Brasil e a América Latina.
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FAQ
Porque é que as seguradoras em Lisboa ainda usam sistemas legados?
Muitas seguradoras em Lisboa operam com sistemas legados devido à sua robustez em processos críticos, como a gestão de pólizas e sinistros, que foram desenvolvidos ao longo de décadas e estão profundamente integrados nos fluxos de trabalho das empresas. A migração para novas plataformas envolve riscos operacionais, custos elevados e a necessidade de garantir continuidade dos serviços, o que torna o processo complexo e demorado.
Quais são os principais riscos de manter sistemas legados em seguradoras?
Manter sistemas legados expõe as seguradoras a vários riscos: vulnerabilidades de segurança que não são atualizadas, dificuldade em integrar novas tecnologias como inteligência artificial ou análise de dados, e dependência de profissionais com conhecimentos específicos em tecnologias antigas. Além disso, a falta de escalabilidade limita a capacidade de resposta a mudanças no mercado ou na regulamentação.
Como é que a modernização de sistemas legados pode melhorar a experiência do cliente numa seguradora?
A modernização permite automatizar processos manuais, como a emissão de pólizas ou a abertura de sinistros, reduzindo erros e tempos de resposta. Com sistemas atualizados, as seguradoras conseguem oferecer canais digitais mais ágeis, como apps ou plataformas online, onde os clientes podem consultar o estado dos seus contratos ou reportar sinistros de forma rápida e transparente.
Quais são os primeiros passos para modernizar um sistema legado numa seguradora?
O primeiro passo é realizar uma auditoria técnica para identificar os componentes críticos do sistema legado e os pontos de integração necessários. Em seguida, deve-se definir uma estratégia de migração faseada, priorizando áreas com maior impacto operacional ou de experiência do cliente. A colaboração com parceiros especializados em modernização de sistemas é essencial para minimizar riscos e garantir uma transição suave.
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